Gripe suína / Inflluenza A (H1N1) PDF Print E-mail

26/08/2009 . Segue nota de orientação divulgada pelo Ministério da Saúde, no dia 25/08/2009, com esclarecimentos sobre a Influenza A (H1N1): Durante reunião do Grupo Executivo Interministerial sobre a Pandemia de A (H1N1), integrado por 16 órgãos do Governo Federal, inclusive o MRE, o Doutor Gerson Penna, Secretário de Vigilância em Saúde, informou que o Governo Federal não emitirá  qualquer recomendação no sentido de autorizar o afastamento do ambiente de trabalho de mulheres grávidas que não apresentem sintomas de gripe. Qualquer autorização de afastamento preventivo do trabalho de gestantes deverá ser respaldada por solicitação médica nesse sentido. Segundo Gerson Penna, atualmente existem 3,4 milhões de gestantes no Brasil. Por essa razão, seriam incalculáveis as implicações econômicas de eventual decisão de autorizar o afastamento do trabalho de mulheres grávidas em todo o País. Além disso, para o Ministério da Saúde, não há qualquer justificativa de natureza científica, repaldada pela OMS, que fundamente do isolamento de gestantes que não  apresentem sintomas de gripe como fator eficaz  de prevenção contra a infecção pelo vírus da influenza. De acordo com Gerson Penna, a decisão adotada pelo Governo Federal resultou de contato telefônico mantido, na última sexta-feira, pelo Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, com o Ministro do Planejamento e Gestão, Paulo Bernardo, para tratar especificamente de assuntos relacionados à pandemia de A (H1N1). Apesar da decisão adotada sobre o assunto, o Ministério da Saúde tem reiterado em diversas Notas Técnicas sobre a situação da pandemia no Brasil que gestação, cardiopatia e doenças respiratórias crônicas são os principais fatores de risco presentes nos casos de síndrome respiratória aguda (SRAG), tanto em pessoas infectadas pelo vírus A (H1N1) quanto pelo  da influenza sazonal. Por essa razão, o protocolo de manejo clínico elaborado pelo Ministériod a Saúde, e adotado por outros países, assim como pela OMS e OPAS, inclui grávidas e pessoas com doenças respiratórias e cardiovasculares entre os grupos de risco que devem  receber o tratamento até 48 horas após o início dos sintomas. 

 
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